Empresas de Parobé reafirmam crescimento, mas resistem ao aumento salarial dos trabalhadores

Mais uma manhã de trabalhos na base convidando a todos os trabalhadores para assembleia e alertando para o percentual de aumento oferecido diante da expansão de ambas as indústrias A direção do sindicato esteve hoje em frente a Calçados Bibi e Vulcabras enfatizando sobre as negociações do dissídio coletivo 2017 e convidando os trabalhadores para a assembleia que acontecerá amanhã na sede do sindicato, as 18h. Ambas as indústrias divulgaram este ano crescimento em sua produção. Em março, a Vulcabras Azaleia divulgou que a empresa lucrou R$ 25,6 milhões no ano passado depois de anos de dificuldade, e divulgou ainda que na época se preparava para comprar máquinas e equipamentos e aumentar e reestruturar a sua produção. Já a Calçados Bibi teve um aumento de 29% na receita do primeiro semestre de 2017, informação da diretora de franquia da empresa, Andrea Kohlrousch, em entrevista ao portal do Franchising, divulgada ontem (20). A marca Bibi espera fechar o ano de 2017 com 110 lojas em operação e R$117 milhões em faturamento, dando prosseguimento também com a atuação em outros países. Enquanto isso o trabalhador que produz o calçado na sua unidade de Parobé espera o reconhecimento através de um aumento salarial que faça jus a proporção do crescimento da marca. No entanto, mesmo após passar a data base do dissídio coletivo, a direção da empresa é uma das mais resistentes para valorizar a mão de obra qualificada dos trabalhadores de sua unidade fabril no município.

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